.
As claras rondas do dia,
Dos dias que sempre são
A mais suprema elegia
Nas simetrias do chão
.
Dos frios raios de inverno
Da madrugada mais vã
Desnuda o leite materno
E acalenta a manhã.
.
Em cada flor um buque
Esculpe as formas do cacho
Ser doce é ser sem por que
Nas águas de um riacho.
.
No curto espaço da trilha
Cada manhã nos convida
A ser um ponto que brilha
Nas rondas de alguma vida.
.
E assim o sempre acontece
Em seu mistério profundo
No homem que amanhece
A cada aurora do mundo.
.
Francisco e Ana Moura
Dezembro de 2010
5 de jan. de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)



![Validar RSS Feed [Valid RSS]](http://feedvalidator.org/images/valid-rss-rogers.png
)
![Validar Atom Feed [Valid Atom 1.0]](http://feed2.w3.org/images/valid-atom.png
)
































0 comentários:
Postar um comentário