.
Há num momento qualquer,
Qualquer coisa indefinida,
E que não passa sequer,
De uma coisa presumida.
.
E que não tem definição,
Além da possibilidade,
De não ser só presunção,
Mas a pretensa verdade.
.
E é assim que tudo vira,
Na imagem que se vende,
Ao fazer duma mentira,
A verdade que nos prende.
.
Trazido de O.T.Velho (Conservatório Íntimo)
2 de mar. de 2011
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